terça-feira, 28 de outubro de 2008

Que linda a nossa Jaula


Triste realidade
Lamentável essa sociedade, da vaidade, da irmandade...
Insanidade

Lugar de gênios anônimos
Onde ser e ter são perfeitos sinônimos
Onde “devemos” nos manter anônimos.
Vive em guerra constante
Incessante e rotineiro
A isso nos apegamos, cegamente, aceitamos.

Foi sempre assim, e assim será sempre.
Eu quero ser o fim do sempre
Eu quero acabar com essa farsa
Com o deserto viveiro
Essa prisão alucinante, a nossa jaula!
Tão adorada tão cobiçada...Só uma grade enfeitada.
Tão repugnante, mas num azul tão belo se disfarça.

Cativeiro onde obrigação vem em primeiro
Viveiro...Lugar de sonhos banais, personalidades artificiais.
Eu quero mais
Esse ouro vale nada...Ouro de tolo
Ah...Vida no matadouro, quanta incapacidade!

Um dia vou atravessar o limite, saber a verdade.
Quem sabe, eu possa mudar essa gente...
Quebrar essa corrente
Que nos prende ao chão, pegajosa e pesada...
Nos impede de voar
Eu quero voar!...e pode ser que nunca mais queira pousar...
Eu quero voar! E nunca mais voltar

A frustração cria minha força, minha vontade de mudar...
E com ela derrotarei quem, e o que precisar.
Vou quebrar a grade!
Um dia eu chego lá
Eu quero Liberdade.

Um comentário:

vip disse...

Olá
Nos falamos no perroloco ontem e vc me passou seu site, estou gostando te ler, depois vejo com mais tempo.
esse é o site meu de poesias q vc pediu: www.vipassana.spaceblog.com.br

depois te passo o outro se quiser.
Abraço.