quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sossego



Eu lembro que tinha
ao lado da minha alma
Uma grama verdinha,
um céu limpo e uma brisa calma

Eu lembro que eu via,
no cruzar das estrelas
mil laços de poesia,
que um dia sonhei em tê-las

Um lago lindo,
onde eu costumava me banhar,
um jardim florido
onde eu costumava me deitar

Eu lembro que tinha
um pedacinho de história,
em que à noite eu vinha
te resgatar na memória

Lembranças de contemplação
do meu infinito apego
por toda a satisfação,
pelo eterno sossego.

Eu vejo hoje, o que sempre via.
Beleza, longe dos valores vis,
e a sua companhia...
Tudo que eu sempre quis.



Maurício Tovar Junior

2 comentários:

Rafa disse...

Grande tovar! belíssimo seu poema! tenho lido altos aqui no seu blog, Parabéns!

simplesmente curando disse...

Que delicia esse poema,me identifico com esse seu sossego,Maravilha beijosss!!!