quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Um domingo qualquer


Como num domingo qualquer,
Perspectiva nenhuma, tarde vazia.
Incomodava imaginar, à revelia,
o seu olhar, o seu toque de mulher

Sua mão dada à minha
E o meu olhar no seu.
Será que o meu coração já cedeu?

Eu querendo consertar,
você, compreender.
Vejo tudo na clareza de um olhar.
O que vivemos, e o que há pra se viver.

Talvez a cruz seja pesada, talvez não.
Talvez seja você, a parte que me completa,
e eu, apenas uma alma inquieta
a conflitar com a situação.

Eu aqui, com as mãos manchadas de acasos,
com sonhos novos, outros roubados.
Planos e projetos girando,
Te levando, te querendo...amando.

O teu beijo no meu,
pulsares unidos,
e o teu nome se prendeu
no eco dos meus ouvidos.

EU..Eis a questão
Louco, romântico, burro?!
Não sei. Mas é o teu nome que eu sussurro
Sempre que dói, esse brando coração.

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